Na última sexta-feira, 09 de dezenbro, saiu uma notícia no mínimo curiosa sobre os piores lugares para se passar férias no mundo. E adivinhem que lugar ficou em primeiro posição?
Pois é, esse lugar fica aqui no Brasil, mais especificamente no litoral sul de São Paulo. Chama-se Ilha de Queimada Grande.
Consta na notícia que existem nove cobras do tipo Jararaca Ilhoa por metro quadrado, em média.
E aí, arrica passar suas férias por lá? Do jeito que o gosto dos turistas de hoje em dia anda, não duvido que essa notícia despertou uma curiosidade no mínimo mórbida em algumas pessoas.
Confira a notícia na íntegra e as outras nove localidades do mundo que entraram na lista dos piores lugares pra se passar férias: Os 10 piores lugares para passar as férias
O dia 1º de maio promete reunir uma verdadeira multidão no Vaticano. É a data da beatificação do papa João Paulo 2º, morto em 2005.
A programação tem início em 30 de abril, com uma vigília no Circus Maximus, das 20h às 20h30, pelo cardeal Agostino Vallini. De acordo com o site da Opera Romana Pellegrinaggi para o evento (www.jpiibeatus.org), o papa Bento 16 deve participar por meio de vídeo ao vivo.
No dia 1º de maio, a missa de beatificação, na praça São Pedro, tem início às 10h e será rezada pelo papa Bento 16.
Após a missa tem início a veneração dos restos mortais de João Paulo 2º, na basílica de São Pedro, em frente ao altar da confissão, após o término da missa. No dia 2, na Praça de São Pedro, há missa de graças pela beatificação.
Quem decidiu participar da beatificação precisa comprar seu pacote agora e se preparar para enfrentar multidões. Há pacotes e rotas para Roma e Vaticano que incluem as datas das cerimônias.
A Opera Romana Pellegrinaggi, braço do Vaticano ligado a viagens, colocou no site da beatificação informações gerais sobre o Vaticano, sobre os eventos e transporte, além de dicas de hospedagem, entre outros itens.
Não há vendas de entradas para as cerimônias, que são gratuitas. O Vaticano fez em seu site (www.vatican.va) um aviso aos fiéis para não comprar entradas de ninguém. Há instruções para o pedido de bilhete, gratuito.
Já no site da beatificação é possível comprar o passe JPII Pass, que custa 18 euros e dá direito a acesso ao transporte e tours em ônibus, válido por três dias após o primeiro uso, almoço acondicionado no dia 1º, kit de informações e assistência médica e nas celebrações (mesmo com o passe a entrada na Praça São Pedro para a cerimônia de beatificação não é garantida).
A JATO
A beatificação de João Paulo 2º, seis anos após sua morte, é notável pela rapidez. Segundo o padre Valeriano dos Santos Costa, diretor da Faculdade de Teologia da PUC-SP, isso se dá pelo exemplo da vida do papa. "Em alguns casos, quando é alguém muito reconhecido pela vida, o prazo é mais rápido. Ele é um exemplo para o mundo de hoje".
Para Paulo Barrera Rivera, professor de sociologia da religião da Metodista, a beatificação vem para auxiliar a igreja em tempos de perda de fiéis. "Podemos entender essa rapidez como um apelo do papa Bento 16 a um carisma que ele mesmo não tem."
Já não é novidade para ninguém que CULTURA, MÚSICA, CINEMA e EVENTOS têm tudo a ver com TURISMO. Portanto, que venha o CINEPORT 2011!
O governador Ricardo Coutinho (PSB) participou de reunião na noite de terça-feira (15) que tratou sobre o Cineport- Festival de Cinema dos Países de Língua Portuguesa,que será realizado no segundo semestre deste ano pela terceira vez em João Pessoa. O governador recebeu em seu gabinete, no Palácio da Redenção, a diretora do Festival Cineport e assessora de relações sociais da Energisa, Mônica Botelho, a presidente da PBTur, Ruth Avelino, as representantes da secretaria estadual de Cultura, Ana Bárbara e Maristela Garcia e o diretor de eventos da Secretaria de Turismo de João Pessoa, Bob Záccara.
Ricardo Coutinho destacou a importância do Cineport para a integração da cultura local e de países de língua portuguesa e frisou que em dois anos a iniciativa entrou no calendário de eventos do Estado. Ele garantiu que diante da impossibilidade do governo financiar eventos culturais, vai buscar recursos junto aos Ministérios da Cultura e Turismo para patrocinar o festival, além de oferecer apoio técnico e logístico da PBtur e da Secretaria Estadual de Cultura.
A diretora do Cineport, Mônica Botelho, disse que o encontro foi positivo pelo fato do governador manter a parceria com o festival Cineport que foi iniciada na época em que era prefeito da Capital. Ela acrescentou que Ricardo sempre foi um entusiasta e participou das edições anteriores do evento.
Mônica explicou que o festival está buscando um apoio institucional e político do Governo do Estado para ajudar na captação de recursos para a realização da terceira edição do festival em João Pessoa que vai homenagear o pais do Cabo Verde que possui uma rica expressão musical.
Ruth Avelino, da PBTur, ressaltou que o governo do Estado terá um papel fundamental na articulação junto aos ministérios e em empresas públicas como a Eletrobras, Chesf e Petrobras que apóiam iniciativas culturais importantes para a cultura do pais. Ruth destacou que o governo também irá contribuir no apoio logístico como o pessoal que trabalhará no evento e na divulgação.
Instituído pela Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho em 2004, o CINEPORT- Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa tem como objetivo integrar e desenvolver o mercado audiovisual, promovendo os filmes realizados em português e dialetos falados nas nações que compõem a CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste. Instituído pela Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho em 2004, o CINEPORT- Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa tem como objetivo integrar e desenvolver o mercado audiovisual, promovendo os filmes realizados em português e dialetos falados nas nações que compõem a CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
Propõe-se também o CINEPORT a cooperar para que o segmento do audiovisual se fortaleça naqueles países onde esta expressão cultural é ainda pouco desenvolvida, procurando abrir possibilidades de intercâmbio entre os profissionais do cinema e do audiovisual e — na medida do possível e em cooperação com os governos — buscando uma legislação que incremente a co-produção e a parceria técnica entre os países-membros da CPLP.
Presidente da CBF garante incluir Paraíba na pauta da Copa de 2014
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, recebeu no começo da tarde desta segunda-feira (14) o vice-governador do Estado, Rômulo Gouveia, o secretário de Esporte, Juventude e Lazer, Fábio Maia, e a presidente da Federação Paraibana de Futebol, Rosilene Gomes. A comitiva paraibana foi ao encontro do presidente da CBF mostrar a proposta de tornar João Pessoa subsede da Copa do Mundo de 2014, na condição de Centro de Treinamento de uma das seleções de futebol que participarão da competição.
De acordo com Rômulo Gouveia, a receptividade de Ricardo Teixeira – com quem o vice-governador manteve uma relação estreita quando presidiu a Subcomissão da Copa de 2014, na Câmara dos Deputados – foi bastante positiva. “Ele reiterou o compromisso com a Paraíba de incluir o Estado no próximo Mundial”, pontuou Rômulo.
O secretário Fábio Maia confirmou a boa recepção do presidente da CBF em relação ao pleito da comitiva paraibana. “Ricardo Teixeira recomendou à comissão da Fifa (Federação Internacional de Futebol) – que organiza o Mundial de 2014 no Brasil – a inclusão da Paraíba já na reunião da próxima sexta-feira”, relevou Maia. “Ele quer que a Fifa venha à Paraíba e demonstrou interesse em acompanhar pessoalmente essa comitiva”, acrescentou.
Para o vice-governador, João Pessoa cumpriu as exigências da Fifa e está confiante que a Capital paraibana torne-se uma das subsedes da Copa de 2014. “O apoio do presidente Ricardo Teixeira é fundamental”, comentou Rômulo Gouveia.
Gerente do hotel Tryp Berrini, Lina Giosa, com funcionarios que
fizeram o curso para a Copa. Foto: ROBSON FERNANDJES/AE
CAROLINA DALL’OLIO
Além dos jogadores da seleção de futebol, outros brasileiros terão na Copa do Mundo de 2014 seu teste de fogo. Para funcionários de aeroportos, bares, hotéis, agências de viagem e restaurantes, o evento será a grande chance de mostrar qualidade no atendimento a 600 mil turistas estrangeiros e turbinar a carreira em setores que têm um futuro para lá de promissor. Mas para que tudo dê certo, é preciso muito treinamento – porém, nenhum dinheiro.
Hoje, associações empresariais de todos os setores que atuarão na recepção dos turistas do Mundial já oferecem, em parceria com o Ministério do Turismo, cursos gratuitos para quem trabalha nessas áreas. As aulas, que são divididas em módulos online e presenciais, fazem parte do programa Bem Receber Copa e têm como objetivo central preparar os funcionários para o evento. Mas não deixam de ser uma oportunidade para o trabalhador se qualificar e, assim, pleitear cargos e salários mais altos.
“Por se tratar de setores que empregam muita gente com baixa qualificação, quem faz cursos e se especializa, de olho no mercado de trabalho, tem grandes chances de ascender na carreira rapidamente”, analisa Sérgio Amad, professor de Relações de Emprego e Trabalho da FGV-SP. “E se um grande número de profissionais da área resolver estudar e melhorar sua formação, a tendência é que o setor ganhe profissionalismo e valorize mais seus empregados, pagando melhores salários.”
É hora de aproveitar
A Copa, no fundo, serve como pretexto. “É uma chance de treinar um grande número de profissionais”, reconhece Paulo Solmucci Junior, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). “As melhorias começam a acontecer desde já e são duradouras. Tanto o turista que vier do exterior quanto os brasileiros poderão ver diferenças no atendimento”, analisa.
Para Bruno Omori, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (Abih-SP), a qualificação profissional no setor pode significar, a médio prazo, aumento de 30% no salário. Ou até mais. “Uma supervisora de arrumadeiras que recebe treinamento pode se candidatar à vaga de governanta. Assim, seu salário médio passaria de R$ 1 mil para R$ 1,7 mil ou R$ 2 mil”, afirma Omori. “O curso cria a possibilidade de um plano de carreira.”
Lina Giosa, hoje com 31 anos, atua há 14 anos no setor hoteleiro e é um exemplo de que este mercado oferece boas chances para quem decide estudar. Ela começou a trabalhar como recepcionista, mas hoje já ocupa o cargo de gerente de um hotel da rede Tryp, na zona sul da capital.
“Os hotéis costumam investir muito na sua própria equipe porque, embora as coisas tenham melhorado bastante, ainda há uma certa dificuldade em encontrar mão de obra especializada”, conta Lina. “Por isso, as grandes redes oferecem treinamento constante para seus empregados.”
No fim do ano passado, Lina e mais 12 funcionários do hotel participaram do curso promovido pela Abih em parceria com o Ministério do Turismo. Foram ao todo 200 horas de aulas, parte delas feita pela internet e outras presenciais. “É preciso se reciclar sempre”, aconselha. “E ao trabalharmos na Copa do Mundo faremos parte da história do turismo nacional. É a chance de deixar uma boa impressão”, observa.
Luana Montalvão Santos, de 25 anos, é assistente de eventos e colega de Lina. E também fez o curso. Ela conta que os alunos aprenderam conceitos de ética e cidadania, para imprimir mais profissionalismo ao atendimento. Mas as aulas de que ela mais gostou foram as que tratavam da diversidade cultural dos turistas. “A gente aprende a tentar entender o que o cliente quis dizer, sem tirar conclusões precipitadas ou julgar a pessoa”, exemplifica.
Luana acredita que o curso pode abrir novas portas. Mas, por enquanto, parece mais preocupada com a Copa. “Estamos fazendo a nossa parte, nos preparando para receber os turistas. Agora, a gente só espera que as autoridades consigam fazer os jogos aqui em São Paulo, tudo direitinho. Nós queremos que os turistas venham”.
É difícil não se chocar e se surpreender com os desastres naturais quem vem acontecendo no mundo. O mais atual, que aconteceu hoje no Japão, foi bem expressivo. Segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS), esse teria sido o 7º pior da história. Um terremoto de magnitude 8,9 que gerou, em seguida, um enorme tsunami atingindo a costa do país. As cenas de devastação percorrem todo o mundo nesse momento e ainda há riscos de mais devastação nas costas mais próximas (Havaí, Filipinas, Indonésia, China, etc.). Vejam:
Tais acontecimentos afetam a economia mundial, gerando impactos negativos em todos os setores, incluindo o Turismo.
Porém, a curiosidade humana não tem limites. Como se diz: “você morre sem ter visto tudo no mundo”.
Segue abaixo um caso inusitado de Turismo, leiam e tirem suas próprias conclusões:
Indonésia atrai turistas até para áreas que sofreram desastres naturais
O turismo na Indonésia, local de praias paradisíacas, paisagens tropicais e cultura exótica, se reinventa e tenta atrair o viajante para locais devastados por fenômenos naturais.
O arquipélago indonésio, encravado no Círculo de fogo do Pacífico, uma área que registra uma média de 07 mil tremores ao ano, começa a seduzir os viajantes fascinados pela história de vulcões, terremotos e tsunamis.
Estas adversidades que antes representavam um obstáculo para o turismo, que gera cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, atualmente se transformou em uma fonte de receitas.
A destruição causada no ano passado pela erupção do vulcão Merapi, na ilha de Java e próximo à cidade de Yogyakarta, agora está sendo explorada comercialmente.
Mais de 300 pessoas morreram por causa das erupções do Merapi. Mas atualmente a destruição da região, onde é possível ver os restos de casas queimadas, é visitada diariamente por dezenas de turistas, desde que os guias de excursões resolveram incluir esse cenário em seu roteiro.
Até os moradores da região resolveram se aproveitar desse fluxo de turistas, criando estabelecimentos que vendem desde fotos do desastre a camisetas e DVDs com imagens chocantes.
Adaptação
Para Alessandra Marozza, uma turista italiana, a maior surpresa não foi contemplar o desastre, mas "a forma como os indonésios se acostumaram à catástrofe".
A população do país sabe se adaptar rapidamente às calamidades, e por tradição, apego ou necessidade, acaba refazendo sua vida nas encostas dos vulcões, regiões sísmicas ou em áreas litorâneas expostas ao risco de um tsunami.
Por causa desta nova tendência, o Ministério de Turismo ressaltou que sua política consiste em atrair turistas para áreas devastadas após sua completa recuperação.
Com esta filosofia, as autoridades começaram a promover o turismo em Aceh, situada no extremo norte da ilha de Sumatra, e que ficou famosa desde que sofreu com um maremoto que deixou 164 mil mortos em 2004.
Em Banda Aceh, a capital da província, foi construído um museu sobre o maremoto, onde é possível ver fotografias do desastre e relatos dos sobreviventes.
Os vulcanólogos locais calculam que atualmente há na Indonésia 129 vulcões ativos e, segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, este arquipélago, formado por 17.508 ilhas, teve o maior número de vulcões ativos ao longo da história.
O que a curiosidade humana não faz, não é? O que podemos aprender é que pra tudo existe o lado negativo e o positivo, cabe a nós extrair as coisas boas dos acontecimentos ruins e, com isso, adaptar-nos às adversidades.
Não estou afirmando aqui que os desastres são bons ou devem acontecer. Jamais diria isso, porém devemos aproveitar as oportunidades que surgem até mesmo nos desastres.
Deixo minha solidariedade aos japoneses e a todos que foram e estão sendo atingidos por essa tragédia nesse momento.
Dia 02 de março, comemora-se o Dia Nacional do Turismo:
"No dia do turismo, comemora-se uma atividade geradora de inúmeros serviços. Hospedagem, alimentação, transporte e entretenimento são alguns setores que se beneficiam do movimento trazido pelo turismo e muitas vezes são preparados para operar exclusivamente em função deste ramo. Isto pode ser muito vantajoso, pois o turismo atrai investimentos, gera empregos e permite o crescimento econômico e a melhoria da qualidade de vida da população. Fazer turismo sempre soa como algo agradável e divertido. Pode também acrescentar-nos cultura e conhecimentos sobre lugares diferentes, com novos hábitos e costumes, ou ainda é sinônimo de aventura. Existe também o turismo de negócios e congressos, principalmente nas cidades grandes. O Brasil atende a todas estas modalidades de turismo e registra um grande crescimento relativo ao setor. Porém, além de comemorar este avanço, é preciso aprender a praticar o turismo consciente, voltado à necessidade de se preservarem os patrimônios naturais e culturais do País."
O site da CNN elegeu as 12 nacionalidades mais “legais” do planeta e citou os motivos que fazem do Brasil o lugar mais interessante e com o povo considerado mais acolhedor. No ranking, o país sai na frente de turcos, japoneses, chineses, belgas, espanhóis e norte-americanos. O texto descontraído fala sobre a beleza do samba e do carnaval, sobre o futebol de Pelé e Ronaldo e as pessoas bonitas que circulam pelas areias de Copacabana. A matéria parabeniza os brasileiros pela simpatia e finaliza dizendo que com tantas coisas boas não tinha como não eleger o Brasil a nacionalidade mais cool de todas as pesquisadas.
Uma pesquisa encomendada pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), que entrevistou turistas estrangeiros em visita ao Brasil, no final de 2009, mostrou que para eles o melhor do país é o povo brasileiro, citado por 45% dos entrevistados. “O povo brasileiro é o maior atrativo que temos. O jeito de ser, a cultura e o estilo de vida do brasileiro encantam os turistas”, ressalta o presidente da Embratur, Mário Moysés.
Além do povo, os visitantes de 27 países também votaram nas Belezas naturais/Natureza (23%), Praias/Mar (18%), Sol/Clima Tropical (com 14%) e Diversidade (9%) como o que há de melhor no Brasil. “Esses dados são essenciais na definição de mensagens e de estratégias de promoção do Brasil no exterior nos próximos anos, em que teremos uma enorme exposição com a Copa, em 2014 e os Jogos Olímpicos, em 2016”, diz Mário Moysés.
Até que ponto podemos retratar a verdadeira intenção dessa escolha? Será que os estereótipos de anos sendo mostrado pelo mundo todo não influenciaram? Tenho minhas dúvidas. O que vocês acham? Partilhem!
O dia 31 de dezembro de 2010 foi marcado por bem mais do que uma virada de ano. Milhares de pessoas assistiram ao lançamento da logomarca dos Jogos Olímpicos Rio 2016, que confirma a criatividade brasileira e que representará o evento na cidade. Fred Gelli, diretor da Tátil Design, responsável pela criação, explicou os conceitos da logo, definida por ele como “uma marca-escultura em uma cidade-escultura”.
O desenho apresenta três figuras unidas pelas mãos, como se dançassem em uma ciranda. Em um olhar mais atento, é possível ver o contorno do Pão de Açúcar, tudo colorido em verde, azul, amarelo e vermelho. Gelli afirma que a marca “é a síntese do melhor que nosso time tem a oferecer”, já que o trabalho, escolhido entre 50 desenhos, surgiu da união entre mais de 100 profissionais dos escritórios da Tátil no Rio de Janeiro e em São Paulo, que abrigam pessoas de diversas partes do Brasil.
Após a notícia de que havia vencido, a equipe entrou em uma segunda etapa de criação, na qual foi feito o logotipo – formato como seria escrita a frase “Rio 2016”. Chegou-se a uma forma fluida, redonda, “sem linhas retas” e que “tem o jeito carioca de falar no jeito de escrever”, como Gelli descreveu. As letras são unidas e a frase foi apresentada ao público como se estivesse sendo escrita, mostrando com mais clareza este conceito.
Ainda de acordo com as explicações do diretor da Tátil, a marca é capaz de “transmitir a força e o carinho de como recebemos as pessoas aqui”. Ela também mostra os encontros que os cariocas têm na cidade: as cores trazem conceitos tanto da natureza local quanto da personalidade dos moradores. Amarelo, azul e verde seriam sol, mar e matas, assim como o calor humano, a leveza ao levar a vida e o otimismo das pessoas. Segundo Fred, “essa natureza do carioca é influenciada pela natureza que nos cerca”.
Tridimensional, a logo carrega atributos exigidos pelos organizadores dos jogos, como explicado por Beth Lula, gerente de Comunicação da Rio 2016. “Ela possui a cultura local, mas sem estereótipos e com uma linguagem global. Paixão e transformação. Essa é a essência da marca. Paixão e transformação de uma cidade e de um país inteiro”, diz ela. E completa: “Ela fala de diversidade harmônica. A marca fala da nossa energia contagiante”.
Oportunidades – Primeira cidade a sediar uma Olimpíada na América do Sul e famosa por possuir algumas das paisagens naturais mais belas do mundo, o Rio de Janeiro fará dessa edição dos jogos um evento sensacional. Não apenas por possuir todos os requisitos para sediar um evento de grande porte e importância como uma Olimpíada, mas por oferecer aos atletas a oportunidade de realizar suas provas olímpicas em um cenário exuberante, e atrair turistas que, igualmente, poderão desfrutar da beleza e dos segmentos turísticos do Rio de Janeiro e também de outras cidades do Brasil.
A realização dos Jogos Olímpicos, antecedidos por uma Copa do Mundo de Futebol, além de um legado de infraestrutura que tem impacto direto no turismo, significará pelo menos quatro anos de uma grande campanha publicitária, que transformará a imagem do país. É uma oportunidade inigualável para mostrar ao mundo que, além de belas praias, diversidade cultural e natural, o Brasil também possui infraestrutura para se consolidar como um dos grandes destinos de eventos internacionais do mundo.
Alegria, alegria – A decisão do COI levou em consideração parâmetros como desenvolvimento econômico, infraestrutura, segurança e alojamento, além da beleza do local e a alegria do povo carioca, que apoiou a candidatura do Rio em 85%. Além de vitória para o esporte e para a economia do Rio de Janeiro e do Brasil, sediar uma Olimpíada será, para o turismo brasileiro, uma grande oportunidade para mostrar o forte potencial turístico que possui. Recente pesquisa da empresa ORC Worldwide constatou que a combinação entre custo, efetividade, paixão, hospitalidade, paisagens e clima torna o Rio de Janeiro o local ideal para os turistas que acompanharem os Jogos Olímpicos.
Outros estudos revelam que o Rio de Janeiro é uma cidade que merece sediar eventos como esse e – porque não? –, ser conhecida por todos. Eleita cidade mais feliz do mundo, segundo pesquisa feita com 10 mil pessoas em 20 países pela revista econômica Forbes, o Rio de Janeiro também recebeu o título de cidade mais cordial, proferido pelas universidades de Michigan e da Califórnia. Além disso, teve um dos seus principais monumentos, o Cristo Redentor, eleito como uma das novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno.
De acordo com o Estudo da Demanda Turística Internacional, do Ministério do Turismo, o destino turístico brasileiro mais visitado por turistas estrangeiros a lazer é o Rio de Janeiro (30,2%). No segmento de negócios, eventos e convenções, o Rio aparece como segundo destino mais visitado, com 24,7%.
A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) estima que o aumento no número de turistas estrangeiros no Brasil em 2016 será de 10% a 15% superior ao que deverá ser registrado no ano anterior (a meta, para 2015, é de 7,8 milhões de turistas).
Muitos brasileiros saem do país por vários motivos. Em sua grande maioria vão atrelando à essa experiência a possibilidade de uma nova vida. Alguns deles viajam apenas praticando turismo e acabam ficando por lá, outros se apaixonam e constroem famílias, ou ainda encontram oportunidades financeiramente interessantes e se auto-exilam.
São brasileiros desses que irão nos apresentar os países que escolheram para adotar, no programa "O mundo segundo os brasileiros", que estreia em janeiro, na Band. Trata-se de um programa anunciado como "docu-reality", num formato que usa ferramentas do jornalismo para documentar roteiros turísticos internacionais consagrados ou curiosos, traçando seu perfil cultural do ponto de vista de compatriotas, inclusive mostrando aquilo que não está na propaganda das operadoras de turismo.
A atração não tem apresentador. As estrelas são esses brasileiros que, conversando com o cinegrafista, narram suas experiências em uma sinergia quase autobiográfica. Cada destino é desvendado por cinco brasileiros, possibilitando conhecer várias facetas de uma mesma cidade, com dicas, roteiros, histórias e revelações muitas vezes emocionantes. A primeira temporada promete Tóquio, Amsterdã, Jerusalém, Miami, Roma, Berlim, Nova York, Londres e Bangkok.
A ideia, que dispensa um Guia de Turismo, é de uma pessoa comum, como se fosse um amigo numa conversa despretensiosa, nos descrevendo os deleites e as armadilhas nativas. Com dados pontuais e detalhes importantes, agregados na edição, o roteiro fica completo.
"O mundo segundo os brasileiros" estreia em 4 de janeiro na Band e terá 13 episódios. Atração será exibida durante férias do programa "A Liga", todas as terças, às 22h15.