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terça-feira, 3 de maio de 2011

Nova edição do Índice de Competitividade foi acordada entre MTur e Sebrae


Brasília, DF – O ministro do Turismo, Pedro Novais, e o diretor-presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, assinaram, hoje, em Brasília, acordo de cooperação técnica para realização da quarta edição do Índice de Competitividade do Turismo Nacional.

O estudo do Ministério do Turismo (MTur), realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), desde 2008, com apoio do Sebrae, avalia a evolução dos 65 destinos indutores do turismo brasileiro em critérios como infraestrutura, acesso, atrativos turísticos, aspectos culturais, ambientais e sociais.

“Admiro o conjunto de ações do Sebrae e sua capilaridade. O Sebrae está presente nas regiões mais longínquas levando conhecimento e inovação. Temos interesses convergentes, espero continuarmos juntos”, destacou Novais.

Durante o evento, o ministro destacou parcerias já desenvolvidas com o Sebrae como o apoio à produção associada ao turismo e a estruturação do roteiro Rota das Emoções, que integra o Ceará, o Piauí e o Maranhão. Novais sugeriu também a formalização de uma nova agenda de ações conjuntas com a entidade.

“O mais importante desse acordo é que ele tem continuidade, uma série histórica, que ajudará muito na formulação das políticas públicas para um setor tão importante para o Brasil”, ressaltou Barretto. E concluiu: “Este é um estudo que não só ajuda a melhorar a gestão empresarial dos destinos, o forte do Sebrae, mas também trazer um diagnóstico, um retrato dos nossos destinos indutores”. Barretto colocou-se ainda à disposição do MTur para a construção de novas parcerias.

domingo, 1 de maio de 2011

Vem aí o 6º Salão do Turismo

Boa tarde, viajantes!

Profissionais do Turismo já estão se preparando para a novidade que está por vir no mês de julho. Confira:



Brasília, DF – A sexta edição do Salão do Turismo - Roteiros do Brasil ocorrerá de 13 a 17 de julho, no Anhembi, em São Paulo (SP). A Promo Inteligência Turística foi a empresa vencedora do edital de licitação para a organização do evento.

Os coordenadores do Ministério do Turismo (MTur), os parceiros e a empresa organizadora estão definindo as novidades para o Salão deste ano. O credenciamento dos interessados em participar do evento, em breve, estará disponível no site do Salão do Turismo www.salao.turismo.gov.br


Em 2010, 109,2 mil pessoas visitaram a feira de turismo.

ASCOM

terça-feira, 15 de março de 2011

CURSOS PREPARAM PARA COPA 2014

Gerente do hotel Tryp Berrini, Lina Giosa, com funcionarios que 
fizeram o curso para a Copa. Foto: ROBSON FERNANDJES/AE


CAROLINA DALL’OLIO
Além dos jogadores da seleção de futebol, outros brasileiros terão na Copa do Mundo de 2014 seu teste de fogo. Para funcionários de aeroportos, bares, hotéis, agências de viagem e restaurantes, o evento será a grande chance de mostrar qualidade no atendimento a 600 mil turistas estrangeiros e turbinar a carreira em setores que têm um futuro para lá de promissor. Mas para que tudo dê certo, é preciso muito treinamento – porém, nenhum dinheiro.
Hoje, associações empresariais de todos os setores que atuarão na recepção dos turistas do Mundial já oferecem, em parceria com o Ministério do Turismo, cursos gratuitos para quem trabalha nessas áreas. As aulas, que são divididas em módulos online e presenciais, fazem parte do programa Bem Receber Copa e têm como objetivo central preparar os funcionários para o evento. Mas não deixam de ser uma oportunidade para o trabalhador se qualificar e, assim, pleitear cargos e salários mais altos.
“Por se tratar de setores que empregam muita gente com baixa qualificação, quem faz cursos e se especializa, de olho no mercado de trabalho, tem grandes chances de ascender na carreira rapidamente”, analisa Sérgio Amad, professor de Relações de Emprego e Trabalho da FGV-SP. “E se um grande número de profissionais da área resolver estudar e melhorar sua formação, a tendência é que o setor ganhe profissionalismo e valorize mais seus empregados, pagando melhores salários.”
É hora de aproveitar
A Copa, no fundo, serve como pretexto. “É uma chance de treinar um grande número de profissionais”, reconhece Paulo Solmucci Junior, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). “As melhorias começam a acontecer desde já e são duradouras. Tanto o turista que vier do exterior quanto os brasileiros poderão ver diferenças no atendimento”, analisa.
Para Bruno Omori, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de São Paulo (Abih-SP), a qualificação profissional no setor pode significar, a médio prazo, aumento de 30% no salário. Ou até mais. “Uma supervisora de arrumadeiras que recebe treinamento pode se candidatar à vaga de governanta. Assim, seu salário médio passaria de R$ 1 mil para R$ 1,7 mil ou R$ 2 mil”, afirma Omori. “O curso cria a possibilidade de um plano de carreira.”
Lina Giosa, hoje com 31 anos, atua há 14 anos no setor hoteleiro e é um exemplo de que este mercado oferece boas chances para quem decide estudar. Ela começou a trabalhar como recepcionista, mas hoje já ocupa o cargo de gerente de um hotel da rede Tryp, na zona sul da capital.
“Os hotéis costumam investir muito na sua própria equipe porque, embora as coisas tenham melhorado bastante, ainda há uma certa dificuldade em encontrar mão de obra especializada”, conta Lina. “Por isso, as grandes redes oferecem treinamento constante para seus empregados.”
No fim do ano passado, Lina e mais 12 funcionários do hotel participaram do curso promovido pela Abih em parceria com o Ministério do Turismo. Foram ao todo 200 horas de aulas, parte delas feita pela internet e outras presenciais. “É preciso se reciclar sempre”, aconselha. “E ao trabalharmos na Copa do Mundo faremos parte da história do turismo nacional. É a chance de deixar uma boa impressão”, observa.
Luana Montalvão Santos, de 25 anos, é assistente de eventos e colega de Lina. E também fez o curso. Ela conta que os alunos aprenderam conceitos de ética e cidadania, para imprimir mais profissionalismo ao atendimento. Mas as aulas de que ela mais gostou foram as que tratavam da diversidade cultural dos turistas. “A gente aprende a tentar entender o que o cliente quis dizer, sem tirar conclusões precipitadas ou julgar a pessoa”, exemplifica.
Luana acredita que o curso pode abrir novas portas. Mas, por enquanto, parece mais preocupada com a Copa. “Estamos fazendo a nossa parte, nos preparando para receber os turistas. Agora, a gente só espera que as autoridades consigam fazer os jogos aqui em São Paulo, tudo direitinho. Nós queremos que os turistas venham”.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"O PAÍS MAIS LEGAL É O NOSSO"... SERÁ?

O site da CNN elegeu as 12 nacionalidades mais “legais” do planeta e citou os motivos que fazem do Brasil o lugar mais interessante e com o povo considerado mais acolhedor. No ranking, o país sai na frente de turcos, japoneses, chineses, belgas, espanhóis e norte-americanos. O texto descontraído fala sobre a beleza do samba e do carnaval, sobre o futebol de Pelé e Ronaldo e as pessoas bonitas que circulam pelas areias de Copacabana. A matéria parabeniza os brasileiros pela simpatia e finaliza dizendo que com tantas coisas boas não tinha como não eleger o Brasil a nacionalidade mais cool de todas as pesquisadas.

Uma pesquisa encomendada pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), que entrevistou turistas estrangeiros em visita ao Brasil, no final de 2009, mostrou que para eles o melhor do país é o povo brasileiro, citado por 45% dos entrevistados. “O povo brasileiro é o maior atrativo que temos. O jeito de ser, a cultura e o estilo de vida do brasileiro encantam os turistas”, ressalta o presidente da Embratur, Mário Moysés. 

Além do povo, os visitantes de 27 países também votaram nas Belezas naturais/Natureza (23%), Praias/Mar (18%), Sol/Clima Tropical (com 14%) e Diversidade (9%) como o que há de melhor no Brasil. “Esses dados são essenciais na definição de mensagens e de estratégias de promoção do Brasil no exterior nos próximos anos, em que teremos uma enorme exposição com a Copa, em 2014 e os Jogos Olímpicos, em 2016”, diz Mário Moysés.

Brasília, DF (25/01/2010) Fonte: MTur

Até que ponto podemos retratar a verdadeira intenção dessa escolha? Será que os estereótipos de anos sendo mostrado pelo mundo todo não influenciaram? Tenho minhas dúvidas. O que vocês acham? Partilhem!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

CONHEÇA A LOGOMARCA DOS JOGOS OLÍMPICOS DE 2016 NO RIO DE JANEIRO


O dia 31 de dezembro de 2010 foi marcado por bem mais do que uma virada de ano. Milhares de pessoas assistiram ao lançamento da logomarca dos Jogos Olímpicos Rio 2016, que confirma a criatividade brasileira e que representará o evento na cidade. Fred Gelli, diretor da Tátil Design, responsável pela criação, explicou os conceitos da logo, definida por ele como “uma marca-escultura em uma cidade-escultura”.
O desenho apresenta três figuras unidas pelas mãos, como se dançassem em uma ciranda. Em um olhar mais atento, é possível ver o contorno do Pão de Açúcar, tudo colorido em verde, azul, amarelo e vermelho. Gelli afirma que a marca “é a síntese do melhor que nosso time tem a oferecer”, já que o trabalho, escolhido entre 50 desenhos, surgiu da união entre mais de 100 profissionais dos escritórios da Tátil no Rio de Janeiro e em São Paulo, que abrigam pessoas de diversas partes do Brasil.

Após a notícia de que havia vencido, a equipe entrou em uma segunda etapa de criação, na qual foi feito o logotipo – formato como seria escrita a frase “Rio 2016”. Chegou-se a uma forma fluida, redonda, “sem linhas retas” e que “tem o jeito carioca de falar no jeito de escrever”, como Gelli descreveu. As letras são unidas e a frase foi apresentada ao público como se estivesse sendo escrita, mostrando com mais clareza este conceito.

Ainda de acordo com as explicações do diretor da Tátil, a marca é capaz de “transmitir a força e o carinho de como recebemos as pessoas aqui”. Ela também mostra os encontros que os cariocas têm na cidade: as cores trazem conceitos tanto da natureza local quanto da personalidade dos moradores. Amarelo, azul e verde seriam sol, mar e matas, assim como o calor humano, a leveza ao levar a vida e o otimismo das pessoas. Segundo Fred, “essa natureza do carioca é influenciada pela natureza que nos cerca”.

Tridimensional, a logo carrega atributos exigidos pelos organizadores dos jogos, como explicado por Beth Lula, gerente de Comunicação da Rio 2016. “Ela possui a cultura local, mas sem estereótipos e com uma linguagem global. Paixão e transformação. Essa é a essência da marca. Paixão e transformação de uma cidade e de um país inteiro”, diz ela. E completa: “Ela fala de diversidade harmônica. A marca fala da nossa energia contagiante”.

Oportunidades – Primeira cidade a sediar uma Olimpíada na América do Sul e famosa por possuir algumas das paisagens naturais mais belas do mundo, o Rio de Janeiro fará dessa edição dos jogos um evento sensacional. Não apenas por possuir todos os requisitos para sediar um evento de grande porte e importância como uma Olimpíada, mas por oferecer aos atletas a oportunidade de realizar suas provas olímpicas em um cenário exuberante, e atrair turistas que, igualmente, poderão desfrutar da beleza e dos segmentos turísticos do Rio de Janeiro e também de outras cidades do Brasil.

A realização dos Jogos Olímpicos, antecedidos por uma Copa do Mundo de Futebol, além de um legado de infraestrutura que tem impacto direto no turismo, significará pelo menos quatro anos de uma grande campanha publicitária, que transformará a imagem do país. É uma oportunidade inigualável para mostrar ao mundo que, além de belas praias, diversidade cultural e natural, o Brasil também possui infraestrutura para se consolidar como um dos grandes destinos de eventos internacionais do mundo.

Alegria, alegria – A decisão do COI levou em consideração parâmetros como desenvolvimento econômico, infraestrutura, segurança e alojamento, além da beleza do local e a alegria do povo carioca, que apoiou a candidatura do Rio em 85%. Além de vitória para o esporte e para a economia do Rio de Janeiro e do Brasil, sediar uma Olimpíada será, para o turismo brasileiro, uma grande oportunidade para mostrar o forte potencial turístico que possui. Recente pesquisa da empresa ORC Worldwide constatou que a combinação entre custo, efetividade, paixão, hospitalidade, paisagens e clima torna o Rio de Janeiro o local ideal para os turistas que acompanharem os Jogos Olímpicos.

Outros estudos revelam que o Rio de Janeiro é uma cidade que merece sediar eventos como esse e – porque não? –, ser conhecida por todos. Eleita cidade mais feliz do mundo, segundo pesquisa feita com 10 mil pessoas em 20 países pela revista econômica Forbes, o Rio de Janeiro também recebeu o título de cidade mais cordial, proferido pelas universidades de Michigan e da Califórnia. Além disso, teve um dos seus principais monumentos, o Cristo Redentor, eleito como uma das novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

De acordo com o Estudo da Demanda Turística Internacional, do Ministério do Turismo, o destino turístico brasileiro mais visitado por turistas estrangeiros a lazer é o Rio de Janeiro (30,2%). No segmento de negócios, eventos e convenções, o Rio aparece como segundo destino mais visitado, com 24,7%. 

A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) estima que o aumento no número de turistas estrangeiros no Brasil em 2016 será de 10% a 15% superior ao que deverá ser registrado no ano anterior (a meta, para 2015, é de 7,8 milhões de turistas).
 
ASCOM

terça-feira, 30 de novembro de 2010

"Turismo sexual não existe, trata-se de um crime"

Olá, Viajantes!


Hoje vi essa notícia no site do Ministério do Turismo e, claro, não pude deixar de postar aqui. Assunto muito importante a ser abordado e, principalmente, fazer-se conhecer. Os impactos negativos que o Turismo pode causar a uma determinada localidade vai além dos ambientais. Aqueles causados à sociedade local pode deixar marcas profundas. Vejam a notícia:


Você conhece o Disque 100?




Madri, Espanha (30/11) – O Disque 100 é uma das principais armas para denunciar os casos de violência contra a criança e o adolescente. O serviço, que tem apoio do Ministério do Turismo (MTur), foi apresentado nesta terça-feira (30), em Madri (Espanha), durante o 2º dia do Seminário Brasil/Espanha – Estratégias de Luta Contra a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.


O serviço, que é coordenado pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH), já recebeu mais de 100 mil denúncias de casos de violação de direitos da infância e da juventude, entre os anos de 2003 e 2010. Segundo a diretora de programas da SDH, Márcia Ustra, o Disque 100 ouve, orienta e dá encaminhamento aos órgãos responsáveis, como conselhos tutelares, justiça, entre outros.



Segundo ela, nos últimos sete anos, o serviço já atendeu 4,8 mil municípios. Além disso, realizou cerca de 2,5 milhões de atendimentos, que vão desde casos de exploração e abuso sexual a denúncias de maus tratos e abandono. “Estamos sensibilizando a sociedade brasileira a dizer não à violência contra aqueles que não podem se defender”, disse.

De janeiro a outubro de 2010, o estado líder em denúncias foi o Rio Grande do Norte, com 31% registros. Em segundo lugar vem DF, com 26% registros. A diretora da SDH ressalta que o número de denúncias revela o nível de sensibilização de uma região sobre a problemática. “Ter um alto índice de denúncias alto não significa dizer que um lugar tem mais casos que o outro”, explica.

A exploração e o turismo

Elisabeth Bahia, coordenadora-geral do programa Turismo Sustentável e Infância (TSI) – área do MTur responsável pela prevenção dos casos de exploração sexual dentro da cadeia do turismo – diz que os empresários e profissionais do setor também podem ajudar: “Donos e funcionários de bares, restaurantes, casas noturnas, hotéis, entre outros não devem permitir essa prática em seus estabelecimentos, até porque quem facilita também comete crime. O correto é não aceitar e ajudar a combater, denunciando caso ocorra em outro lugar”. 

E acrescenta: “Muitas vezes, o setor é visado para a exploração. Mas é preciso sempre ressaltar que o chamado ‘Turismo Sexual’ não existe. Trata-se de um crime, que não pode ser tratado como segmento da atividade turística”.

Para denunciar casos de violência infanto-juvenil, disque 100. A ligação é gratuita em todos os municípios brasileiros. O serviço funciona todos os dias, inclusiva fins de semana e feriados.
 
ASCOM

Por muitas vezes utilizei a expressão "Turismo Sexual" e sempre me senti mal. Ao falar isso, é como se esse "segmento" realmente existisse, porém é uma realidade que não compreende apenas ao Turismo. O abuso sexual de crianças e adolescentes acontece em qualquer canto ou lugar e deve ser tratado como CRIME e não como sendo atividade turística.

DENUNCIEM! DISQUE 100!