Com a chegada dos 426 anos de aniversário de João Pessoa, no último dia 05 de agosto, vi que a discussão acerca da mudança da bandeira do nosso estado voltou à tona.
Por algum tempo achava que o tema era desnecessário, que deveríamos nos conformar com as mudanças feitas, desde 1930, e pronto. Era assim e assim que deveria ser. SERÁ?
Há alguns dias assisti vários vídeos no youtube que me fizeram pensar o contrário. A mudança nunca é tardia. Enquanto houver tempo nunca será tarde para retomar as verdadeiras características do nosso povo, costumes, identidade e, claro, nossa CULTURA. E isso deve começar com nossa bandeira. A negatividade que ela representa não tem nada a ver com a realidade da nossa gente, não tem nada a ver com a diversidade das nossas cores, da vida que verdadeiramente se vive em nossas terras.
Turisticamente falando, acredito que a mudança será benéfica para nós. É o resgate da nossa identidade, da nossa paraibanidade. Orgulhar-se das nossas raízes é necessário e é disso que mais precisamos.
EU APOIO O MOVIMENTO: PARAHYBA, NOSSA BANDEIRA É A CULTURA!
Chega de sangue, de luto de "nego"!
E você? O que acha? Dê sua opinião!
Link: VARADOURO CULTURAL
Um dos vídeos:
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
A PARAÍBA NA FOLHA
Boa tarde, Viajantes! A Lupa deixou passar uma notícia bastante importante para a Paraíba. No último dia 17, a Folha.com divulgou em suas páginas matérias sobre nosso estado, destacando principalmente a gastronomia, o conjunto arquitetônico e histórico de João Pessoa e a os encantos da cidade de Bananeiras. Segue abaixo, vale a pena ler:
Fonte: Folha.com
Conheça dez maneiras de amar a Paraíba instantaneamente
O caderno de Turismo desta quinta-feira (17) explora o Estado brasileiro nordestino da Paraíba. Veja abaixo quais são as atrações imperdíveis para o visitante na região.
As sugestões incluem passeios históricos, artísticos e gastronômicos.
10º - Niemeyer na Paraíba
Nem só de grupos escolares vive a Estação Ciência de João Pessoa. Vale visitar para conhecer o complexo projetado por Oscar Niemeyer, que foi aberto em 2008. Nesta semana, estão em exposição gravuras de Heloísa Pires. Hoje, será aberta a exposição "Simplesmente Mulher". Fica na avenida João Cirillo da Silva, s/n, em Cabo Branco
9º - Bistrô paraibano
Um bistrô no centro de Bananeiras, que utiliza técnicas requintadas em pratos de ingredientes regionais. A ideia do casal Aurélio e Paula deu certo. Resultado: o Sabor e Vinil vive cheio. Tem gente de outras cidades (e Estados) que pega a estrada só para provar pratos como o filé de tilápia com crosta de gergelim em redução de jaboticaba picante e o risoto de pesto brejeiro com cachaça. O prato mais caro custa R$ 18
8º - Sabor regional
Em João Pessoa, não deixe de conhecer o restaurante Vila Cariri (www.vilacariri.com.br), um dos melhores da cidade para provar a culinária regional. Destaque para os pratos com feitos com carne de bode. Se preferir um clima de praia, vá ao Canyon de Coqueirinho (www.restaurantecanyon.com), no Conde. Ali, prove a moqueca (R$ 80), que serve bem duas pessoas. Se der sorte, a mãe da dona também estará por lá, preparando bolinhos de arroz e tortas de banana
7º - Mercado Municipal
Nenhuma viagem fica completa sem uma passadinha pelo mercado municipal. Aproveite a simpatia dos vendedores do mercado de João Pessoa para provar sabores como os da seriguela, do cajá e da mangaba. O mercado passou recentemente por uma reestruturação. Está mais organizado e mais bonito. Se o passeio abrir o apetite, vá até a praça de alimentação e prove o sabor da Paraíba juntos aos locais
6º - Bar da Fava
Todos os dias dona Detinha cozinha fava. E todos os dias aparece alguém lá para provar. A fama se espalhou por Bananeiras, e agora dona Detinha abre as portas de casa para receber os comensais na sua pequena sala. É só chegar, bater palmas, gritar "ô, de casa!", e se deliciar. A caneca com o caldinho, para uma pessoa, custa R$ 2,50. Ela recomenda também o toucinho, a buchada e as cachaças da região
5º - Festa no interior
Em Bananeiras, as festas populares têm sabor diferente. O Carnaval é tranquilo, com crianças saindo às ruas de máscara para brincar com turistas e moradores em troca de balas ou alguns trocados. No São João, a festa se estende por todo o mês de junho, com novenas, apresentação de quadrilhas, muita canjica e pamonha
4º - Caminhos dos engenhos
A cachaça paraibana já está entre as melhores do país. Um roteiro pelos engenhos é rico em sabor e história (leia mais na página ao lado). Estando em Bananeiras, não deixe de ir ao engenho da cachaça Rainha e ao engenho da Cobiçada. A visita pode ser agendada pelos telefones 0/xx/83/3231-9877 ou 0/xx/83/3241-3105
3º - Conjunto São Francisco
Um dos complexos barrocos mais importantes -- e impressionantes -- do Brasil. Tire pelo menos uma hora para visitar o conjunto que começou a ser construído em 1589, mas só foi finalizado em 1778. Ele abriga o adro da igreja de São Francisco, o convento igreja de São Francisco, o cruzeiro da igreja de São Francisco, a fonte de Santo Antônio, a igreja de São Francisco e o relógio de sol. Na praça de São Francisco, s/n, no Centro
2º - Rota de ateliês
Apareça na casa de artistas paraibanos como Clóvis Junior (www.clovisjunior.com.br) e Flávio Tavares, e do pintor, escultor e ceramista pernambucano (mas paraibano de coração) Miguel dos Santos (www.migueldossantos.com.br). Este último assina a obra "A Pedra do Reino", em homenagem ao escritor paraibano Ariano Suassuna, que fica no centro de João Pessoa. Ligue antes para marcar sua visita: Clóvis Junior (0/xx/83/9332-3810); Flávio Tavares (0/xx/83/3226-5022) e Miguel dos Santos (0/xx/83/3241-2080).
1º - Buchada de bode
Ir embora da Paraíba sem provar a buchada de bode do seu Josa, com mais de 60 anos, é o mesmo que não ir à Paraíba. Ele vende caldo de mocotó, buchada de bode e picadinho de porco na feira do Tabuleiro aos domingos, em Bananeiras. Às 8h da matina já tem gente mandando ver nas delícias. Cada prato custa cerca de R$ 4. O trabalho é em família: o filho mata o bode, a mãe cozinha e o pai vende.Fonte: Folha.com
sexta-feira, 11 de março de 2011
ADAPTAÇÃO ÀS ADVERSIDADES: O TURISMO E OS DESASTRES NATURAIS
É difícil não se chocar e se surpreender com os desastres naturais quem vem acontecendo no mundo. O mais atual, que aconteceu hoje no Japão, foi bem expressivo. Segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS), esse teria sido o 7º pior da história. Um terremoto de magnitude 8,9 que gerou, em seguida, um enorme tsunami atingindo a costa do país. As cenas de devastação percorrem todo o mundo nesse momento e ainda há riscos de mais devastação nas costas mais próximas (Havaí, Filipinas, Indonésia, China, etc.). Vejam:
Tais acontecimentos afetam a economia mundial, gerando impactos negativos em todos os setores, incluindo o Turismo.
Porém, a curiosidade humana não tem limites. Como se diz: “você morre sem ter visto tudo no mundo”.
Segue abaixo um caso inusitado de Turismo, leiam e tirem suas próprias conclusões:
Indonésia atrai turistas até para áreas que sofreram desastres naturais
O turismo na Indonésia, local de praias paradisíacas, paisagens tropicais e cultura exótica, se reinventa e tenta atrair o viajante para locais devastados por fenômenos naturais.
O arquipélago indonésio, encravado no Círculo de fogo do Pacífico, uma área que registra uma média de 07 mil tremores ao ano, começa a seduzir os viajantes fascinados pela história de vulcões, terremotos e tsunamis.
Estas adversidades que antes representavam um obstáculo para o turismo, que gera cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, atualmente se transformou em uma fonte de receitas.
A destruição causada no ano passado pela erupção do vulcão Merapi, na ilha de Java e próximo à cidade de Yogyakarta, agora está sendo explorada comercialmente.
Mais de 300 pessoas morreram por causa das erupções do Merapi. Mas atualmente a destruição da região, onde é possível ver os restos de casas queimadas, é visitada diariamente por dezenas de turistas, desde que os guias de excursões resolveram incluir esse cenário em seu roteiro.
Até os moradores da região resolveram se aproveitar desse fluxo de turistas, criando estabelecimentos que vendem desde fotos do desastre a camisetas e DVDs com imagens chocantes.
Adaptação
Para Alessandra Marozza, uma turista italiana, a maior surpresa não foi contemplar o desastre, mas "a forma como os indonésios se acostumaram à catástrofe".
A população do país sabe se adaptar rapidamente às calamidades, e por tradição, apego ou necessidade, acaba refazendo sua vida nas encostas dos vulcões, regiões sísmicas ou em áreas litorâneas expostas ao risco de um tsunami.
Por causa desta nova tendência, o Ministério de Turismo ressaltou que sua política consiste em atrair turistas para áreas devastadas após sua completa recuperação.
Com esta filosofia, as autoridades começaram a promover o turismo em Aceh, situada no extremo norte da ilha de Sumatra, e que ficou famosa desde que sofreu com um maremoto que deixou 164 mil mortos em 2004.
Em Banda Aceh, a capital da província, foi construído um museu sobre o maremoto, onde é possível ver fotografias do desastre e relatos dos sobreviventes.
Os vulcanólogos locais calculam que atualmente há na Indonésia 129 vulcões ativos e, segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos, este arquipélago, formado por 17.508 ilhas, teve o maior número de vulcões ativos ao longo da história.
O que a curiosidade humana não faz, não é? O que podemos aprender é que pra tudo existe o lado negativo e o positivo, cabe a nós extrair as coisas boas dos acontecimentos ruins e, com isso, adaptar-nos às adversidades.
Não estou afirmando aqui que os desastres são bons ou devem acontecer. Jamais diria isso, porém devemos aproveitar as oportunidades que surgem até mesmo nos desastres.
Deixo minha solidariedade aos japoneses e a todos que foram e estão sendo atingidos por essa tragédia nesse momento.
quarta-feira, 2 de março de 2011
MURIÇOCAS DO MIRAMAR
Hoje, para nós paraibanos, é QUARTA-FEIRA DE FOGO. Hoje é dia das MURIÇOCAS DO MIRAMAR!
Como bom folião, estarei lá!
Como bom folião, estarei lá!
terça-feira, 23 de novembro de 2010
As viagens de Ariano Suassuna
Considerado um dos mais importantes dramaturgos do país, o escritor paraibano viaja pela cultura brasileira e encanta o público do Festival de Turismo de Gramado
Brasília (22/11) - Ariano Suassuna diz que nada entende de turismo. No entanto, depois das muitas histórias sobre as andanças pelo país, mostra que seu ofício tem relação estreita com uma das principais matérias-primas dessa atividade: as tradições culturais do povo brasileiro.
“O Brasil se desconhece”, diz o autor de O Auto da Compadecida e de A Pedra do Reino, ressaltando a “unidade e a diversidade do povo brasileiro”. Durante palestra no Festival de Gramado, Suassuna citou escritores, filósofos, cantadores e mostrou vídeos de danças embaladas por ritmos brasileiros, costurando uma colcha de retalhos da identidade nacional.
Com lirismo e empolgação, fala dos atrativos que o Brasil tem para oferecer. “Os profetas do Aleijadinho são uma obra universal”, disse ele, referindo-se às esculturas do artista, expostas ao ar livre em Congonhas do Campo (MG). Da mesma forma que o são, na opinião dele, os cantadores anônimos do sertão nordestino e os saberes tradicionais colhidos nas muitas viagens realizadas de Norte a Sul do país.
Aliás, foram os profetas de Aleijadinho que inspiraram o dramaturgo no seu mais novo e ousado projeto: a construção de um santuário, composto por 16 imagens sacras, com 3,5 metros de altura. Esculpidas em granito, estão dispostas em círculo e simbolizam o profano e o sagrado. O santuário fica em São José do Belmonte, na divisa da Paraíba com Pernambuco. O lugar é cenário também para a cavalgada inspirada no romance A Pedra do Reino.
A participação do Ariano Suassuna foi articulada no âmbito do projeto “Tradição Brasil”, apoiado pela Coordenação-geral de Produção Associada ao Turismo, do Ministério do Turismo.
“O Brasil se desconhece”, diz o autor de O Auto da Compadecida e de A Pedra do Reino, ressaltando a “unidade e a diversidade do povo brasileiro”. Durante palestra no Festival de Gramado, Suassuna citou escritores, filósofos, cantadores e mostrou vídeos de danças embaladas por ritmos brasileiros, costurando uma colcha de retalhos da identidade nacional.
Com lirismo e empolgação, fala dos atrativos que o Brasil tem para oferecer. “Os profetas do Aleijadinho são uma obra universal”, disse ele, referindo-se às esculturas do artista, expostas ao ar livre em Congonhas do Campo (MG). Da mesma forma que o são, na opinião dele, os cantadores anônimos do sertão nordestino e os saberes tradicionais colhidos nas muitas viagens realizadas de Norte a Sul do país.
Aliás, foram os profetas de Aleijadinho que inspiraram o dramaturgo no seu mais novo e ousado projeto: a construção de um santuário, composto por 16 imagens sacras, com 3,5 metros de altura. Esculpidas em granito, estão dispostas em círculo e simbolizam o profano e o sagrado. O santuário fica em São José do Belmonte, na divisa da Paraíba com Pernambuco. O lugar é cenário também para a cavalgada inspirada no romance A Pedra do Reino.
A participação do Ariano Suassuna foi articulada no âmbito do projeto “Tradição Brasil”, apoiado pela Coordenação-geral de Produção Associada ao Turismo, do Ministério do Turismo.
ASCOM
Fonte: Ministério do Turismo
sábado, 20 de novembro de 2010
Paul McCartney em São Paulo: o evento como espetáculo
Olá, Viajantes! Sejam bem vindos a mais uma postagem. Dessa vez falarei um pouco de uma grande fórmula que deu certo, de uma junção "explosiva": TURISMO + EVENTOS.
Essa dupla se tornou tão dinâmica quanto Batman e Robin, andam mais grudadas do que gêmeos siameses. Tem gente que até se confunde onde começa um e termina o outro.
O Evento é tão importante para fomentar o Turismo, assim como o Turismo para movimentar o Evento. Um grande exemplo irá acontecer amanhã, dia 21, e também na segunda-feira, dia 22, em São Paulo. Será o show do grandioso Sir Paul McCartney, que traz consigo uma parte viva da, talvez, maior banda de rock de todos os tempos: The Beatles.
Mais que um show, teremos um grande espetáculo carregado de emoção, momentos memoráveis, nostalgia e empolgação. Pessoas de todo o país estão deixando suas cidades para assistir ao show do ex-Beatles. Pagando até valores exorbitantes no ingresso. Cerca de 68 mil pessoas devem assistir às apresentações. O campo de futebol, Morumbi (local das apresentações), ganhou uma cara diferente. O que o público vai ver é um espetáculo grandioso: são 150 toneladas de estruturas metálicas, 63 metros de largura e 22 metros de altura, o equivalente a um prédio de 8 andares. A estrutura toda levou uma semana pra ser montada e é maior do que o palco do show da Madonna. Do lado de fora do estádio, a ansiedade é maior do que qualquer final de campeonato. “Eu vou chorar, vou gritar”, afirmou um fã.
Várias reportagens destacaram o que um espetáculo desse porte causa nas pessoas. Deixa de ter um público-alvo específico, já que os Beatles e sua história marcaram uma época. Mas desde então adultos, jovens, adolescentes e até crianças escutam suas músicas e refletem suas letras. São experiências trocadas, são canções atemporais e a constante paixão pela música e sua interpretação.
É inegável o poder desse tipo de turismo dentro de uma localidade, muitas cidades utilizam esse “truque” para fugir das oscilações do mercado, a chamada sazonalidade ou até mesmo a baixa estação. É claro e evidente que o exemplo dado é apenas um tipo de evento, existem outros infindáveis com características próprias, mas que não deixam de ser evento.
Bom, com certeza o show será realmente um espetáculo inesquecível. Eu poderia até pagar o preço cobrado para vê-lo, já que sou bombardeado por influência dos meus familiares e com isso aprendi a gostar dos Beatles, que há tempos está presente na minha playlist.
Aos que vão: bom espetáculo. E eu? Resta-me ver pela televisão =/
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Resultado da Enquete
Durante 10 dias o Blog Lupa do Turismo deixou à disposição de seus visitantes uma enquete para responder que Ponto Turístico da Grande João Pessoa e todo litoral seria o mais importante. E, nesse tempo, recebemos cinqüenta e duas (52) pessoas votantes. Como foi deixada em aberto a escolha de mais de uma opção, então tivemos um total de cento e vinte e dois (122) votos.
Os viajantes tiveram a oportunidade de colocar, através de voto, sua opinião sobre nossos atrativos.
Com isso, podemos averiguar que, primeiramente, todas as 14 opções obtiveram no mínimo 02 votos. O que pessoalmente me deixou bastante aliviado. Assim que fiz a enquete achei o número de opções muito elevado, talvez uma ou algumas opções não levassem voto.
Em seguida, devemos reconhecer que novos pontos turísticos surgiram nos últimos anos tomando destaque dentre os outros pontos já tão conhecidos e tradicionais do nosso estado.
Bom, colocarei o resultado da enquete abaixo e em continuação faremos mais observações relevantes acerca do resultado:
Em primeiro lugar temos não apenas um vencedor, mas três que receberam igualmente o mesmo número de votos. Totalizando, cada um, 16 votos. Eis os campeões:
1º lugar:
Estação Ciência Cultura e Arte Cabo Branco - 16
Litoral Sul - 16
Praia do Jacaré - 16
Em segundo lugar, com 12 votos, temos o conjunto de piscinas naturais que se formam entre os corais localizado cerca de 1km da costa da Praia de Tambaú.
2º lugar:
Picãozinho - 12
Em terceiro lugar, temos também um empate entre dois grandes pontos turísticos. Cada um recebeu 11 votos.
3º lugar:
Areia Vermelha - 11
Farol do Cabo Branco - 11
Na quarta colocação temos o rico e abrangente conjunto de obras importantes que contam nossa história, com nove votos.
4º lugar:
Centro Histórico - 09
Encontramos mais um empate na quinta colocação, cada ponto turístico recebeu 7 votos:
5º lugar:
Praias Urbanas - 07
Parque Solon de Lucena (Lagoa) - 07
Na sexta colocação está parte de nossa história defensora, com cinco votos:
6º lugar:
Forte de Santa Catarina - 05
No sétimo lugar, com quatro votos, temos o bucólico e calmo espaço que respira natureza, reunindo em seu espaço grande variedade de espécies da fauna e flora.
7º lugar:
Parque Zôo Botânico Arruda Câmara (Bica) - 04
Na oitava posição encontramos o chamado “coração de João Pessoa”, que devido a esse lugar, principalmente, temos o reconhecimento de ser a 2ª cidade mais verdes do mundo e também, empatados, a parte do litoral com histórias riquíssimas dos primeiros habitantes do nosso estado. Cada um recebeu três votos.
8º lugar:
Jardim Botânico - 03
Litoral Norte - 03
Na última posição, em nono lugar, encontra-se o acervo valorizadíssimo da nossa extensa cultura, com apenas dois votos.
9º lugar:
Casa do Artista Popular - 02
O que notamos de cara é que vários pontos são ainda reconhecidos como grandes e importante, como os mencionados da primeira à quinta colocação. Reconheço e parabenizo os responsáveis por mantê-los dessa forma.
O que de fato me preocupa é que tantos outros, que poderiam estar recebendo tantos votos, na verdade são meras lembranças. O Forte de Santa Catarina, a Bica, o Jardim Botânico e o Litoral Norte merecem investimentos, divulgação adequada, acessos sinalização e, principalmente, projetos incluindo-os no trajeto de passeios realizados por receptivos locais.
E, claro, cabe a nós como cidadãos conhecer tais pontos que, igualmente aos que ficaram nas primeiras colocações, são de extrema importância para o estado. Tornando-nos mais diferenciados em comparação com estados vizinhos.
“Ah, mas você esqueceu de comentar sobre a Casa do Artesão Popular”. Não, não esqueci. Talvez tenha sido uma falha ao especificar apenas um local para representar nossa cultura popular exaltando o artesanato. Sei que temos vários outros como o Mercado de Artesanato Paraibano – MAP, a Feirinha de Tambaú e o futuro Centro Multiuso de Tambaú e, por isso, a opção colocado tenha ganhado apenas 02 votos. Creio que se eu tivesse colocado os quatro locais citados numa única opção, o número de votos seria diferente. Peço perdão aos viajantes por isso.
No mais, como prometido, em breve colocarei a enquete para escolher o mais importante destino turístico da PARAÍBA, incluindo as outras regiões também. Prometo menos opções e mais cuidado ao formular.
Abraço a todos os viajantes!
sábado, 30 de outubro de 2010
Turismo e História
Já disse a vocês que sou apaixonado pelo mar, pela areia da praia, pelo sol e céu limpo? Não, não disse! Mas sou sim, apesar disso também gosto de outros destinos diferentes do chamado Turismo de Sol e Mar. O que me deixou intrigado foi a vontade de conhecer um país hostilizado por muitos no mundo, o que definitivamente me coloca como um turista eclético. Não diria de gosto duvidoso, com tudo, de gosto no mínimo inusitado. Pois é, esse tal país é o Afeganistão. Um país que poucos incluiriam num roteiro turístico, com certeza. Porém, depois de ler dois livros que falam dos momentos tristes que aquele povo trascorreu e, principalmente, a descrição de suas montanhas, desertos, calor, frio, cidades e momentos históricos, passei a querer conhecer.
Quem disse que acontecimentos históricos não são fatores decisivos para a escolha de um destino turístico? Pode até ser diferente, mas é importante sim. Por isso que admiro tanto o turismo, os gostos e visões diferentes de ver o mundo e, tratar dessa forma, como lazer e entretenimento.
Voltando ao assunto, os dois livros que citei acima são: "O Caçador de Pipas" e "A Cidade do Sol".
Esse último, que li há pouco tempo, foi o que mais me chamou a atenção. Descreveu os acontecimentos durante vários anos da trajetória de vida dos seus personagens me fazendo viajar pela beleza natural do país, por alguns pontos turísticos e, ainda mais, pelos acontecimentos históricos: transição política do Afeganistão para uma república islâmica, guerra fria, invasão soviética, guerra civil, resistência e tomada do poder.
Imagino as cicatrizes deixadas por tanta violência, histórias incompletas das pessoas, cidades que chegaram ao pó e que podem, hoje, está sendo reconstruída aos trancos e barrancos. Deve ser incrível poder presenciar tudo isso, nenhuma leitura substituiria uma boa caminhada por aquelas ruas, casas e monumentos nas cidades históricas como Cabul, Herat e Kandahar...
Bem, sonhar não custa nada, um dia chego lá. Será?
Quem me acompanha nessa aventura? Quem? Estão todos convidados!
Ah... e deixo a indicação dos livros citados, são ótimos!
Quem disse que acontecimentos históricos não são fatores decisivos para a escolha de um destino turístico? Pode até ser diferente, mas é importante sim. Por isso que admiro tanto o turismo, os gostos e visões diferentes de ver o mundo e, tratar dessa forma, como lazer e entretenimento.
Voltando ao assunto, os dois livros que citei acima são: "O Caçador de Pipas" e "A Cidade do Sol".
Esse último, que li há pouco tempo, foi o que mais me chamou a atenção. Descreveu os acontecimentos durante vários anos da trajetória de vida dos seus personagens me fazendo viajar pela beleza natural do país, por alguns pontos turísticos e, ainda mais, pelos acontecimentos históricos: transição política do Afeganistão para uma república islâmica, guerra fria, invasão soviética, guerra civil, resistência e tomada do poder.
Imagino as cicatrizes deixadas por tanta violência, histórias incompletas das pessoas, cidades que chegaram ao pó e que podem, hoje, está sendo reconstruída aos trancos e barrancos. Deve ser incrível poder presenciar tudo isso, nenhuma leitura substituiria uma boa caminhada por aquelas ruas, casas e monumentos nas cidades históricas como Cabul, Herat e Kandahar...
Bem, sonhar não custa nada, um dia chego lá. Será?
Quem me acompanha nessa aventura? Quem? Estão todos convidados!
Ah... e deixo a indicação dos livros citados, são ótimos!
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